Monday, May 02, 2005

45 prioridades

nova semana, coisas a fazer a partir de agora:
  1. deixar que o sol me entre dentro da cabeça
  2. deitar-me mais cedo
  3. acordar mais cedo
  4. LER
  5. deixar de gastar horas a estupidificar em frente ao computador
  6. deixar de pensar no que não devo
  7. dizer anda mais disparates
  8. ir ver mais vezes ver o rio
  9. telefonar à mamã
  10. atirar-me de cabeça à labtools
  11. pensar nos ensaios do Baile Demutante
  12. marcar reunião da Azul Ama Vermelho (tê-la efectivamente)
  13. telefonar ao Manuel Paulo
  14. começar a ter uma alimentação mais equilibrada
  15. beber litradas de água (tipo shot)
  16. beber menos (period)
  17. pensar no bom e no bonito
  18. cagar no mau e no insondável
  19. ouvir Jacques Brel, Dalida, Brigitte Bardot, Serge Gainsbourg e Marco Paulo
  20. fingir que vivo nos anos cinquenta
  21. não pensar no que não me acontece
  22. dar valor ao que me acontece
  23. ir ver pessoas à noite
  24. namorar ao ralenti
  25. voltar a pensar em projectos deixados a meio (ou apenas pensados)
  26. não deixar acumular lixo na varanda
  27. fumar menos charros
  28. fumar menos cigarros
  29. ir correr (sem ser a fugir)
  30. deixar de acumular pilhas de cd's em cima da secretária
  31. levar o computador ao médico dos computadores
  32. marcar dentista
  33. descobrir o número da clínica dos tais psicólogos
  34. cortar as unhas (mãos e pés) de três em três dias
  35. não fazer birras
  36. arrumar alguma roupa de inverno
  37. recuperar o Finis Praxis (sabe-se lá como)
  38. arranjar rendimentos (nem que seja a assaltar velhinhas no Jardim da Estrela)
  39. responder ao desafio que falta
  40. deixar de dar dentadas que aleijam
  41. estar para o que der e vier
  42. dançar a dois
  43. arrumar as prateleiras da esquerda
  44. tratar da porcaria do irs (irs sucks)
  45. estabelecer prioridades para 44 prioridades

Sunday, May 01, 2005

dor de dente

odeio domingos

se o tempo não fosse tão relativo, e pessoal,
eu poderia andar de planeta em planeta à procura da melhor face sol.

se eu soubesse mais do espaço e de astronomia
podia ver o mundo de fora e auscultar o efeito que isso em mim teria.

se eu soubesse naufragar
iria dormir sempre no fundo calmo do mar.

slogans para um produto que não se vende

  • fascina-me a tua matéria!
  • intriga-me a tua substância!
  • gosto de saber em que parte do globo estás!
  • se acordares avisa!
  • espera-me à porta da tua satisfação!
  • sorri, estás a ser amado!
  • diz-me porque estás aqui!
  • cada dia és melhor que ontem!
  • não te esqueças da minha sede!
  • faz-me sempre o que pensas!
  • canta-me na tua cabeça!
  • canto-te a toda gente!
  • se isto não fosse bom não eras!
  • faz-me chorar a rir, uma vez mais!
  • luta comigo!

um retrato do sempre

desde muito novos foram fazendo a sua vidinha,
ela lavava para fora,
ele bebia ginginha

iam sempre de mãos dadas à aldeia vizinha
ele vinha aos tombos p'ra casa,
ela deixava-o a dormir na cozinha

tinham os seus arrufos e guerras; até berros havia
ela levantava as saias,
ele fumava e sorria

faziam tudo em conjunto com alegria
ele saía da cama,
ela ligava a telefonia

olharam-se sempre nos olhos durante de setenta anos
ela chamava-lhe morcão,
ele Maria dos Panos

ainda se beijavam nas bocas onde já quase não sobravam dentes
faziam amor às escuras e nunca estavam dormentes

deitaram-se cedo uma noite e enlaçaram as mãos trementes
nunca mais acordaram; morrerram juntos e contentes

lilac wine

"i lost myself on a cool damp night
gave mself in that misty light
was hypnotized by a strange delight
under a lilac tree

i made wine from the lilac tree
put my heart in its recipe
it makes me see what i want to see...
and be what i want to be

when i think more than i want to think
do things i never should do
i drink much more that i ought to drink
because it brings me back you...

lilac wine is sweet and heady, like my love
lilac wine, i feel unsteady, like my love
listen to me... I cannot see clearly
isn't that he coming to me nearly here?

lilac wine is sweet and heady, where's my love?
lilac wine, i feel unsteady, where's my love?

listen to me, why is everything so hazy?
isn't that he, or am i just going crazy, dear?

lilac wine, i feel unready for my love..."

um belo poema belamente intepretado por essa bela, a seu modo, Nina Simone

cocktail party

uma congregação mediana de criaturas em estado de permanente liquidez:

às segundas servem-se cabeças de pessoas normais em bandejas de prata e
procede-se à leitura das actas dos encontros anteriores.

às terças ri-se, caçam-se borboletas com jactos de esperma e
lêem-se cartas recusadas por antigos e eternos amores.

às quartas fala-se do futuro com saudade e
mata-se quem não vier por bem.

às quintas olha-se alguém bem fundo nos olhos e
gasta-se em carne humana o último vintém.

às sextas toca-se à porta do inimigo e
corre-se para dentro da escuridão.

aos sábados e aos domingos está-se com febre e
dá-se o que se pode ao mundo em cima do colchão.

Friday, April 29, 2005

quem me dera ser acéfalo!

Thursday, April 28, 2005

aufhebung

hoje acordei Hegeliano.
e digo, de mim para mim:
aufhebung now!!! (no interior da cabeça)

sintídoto

"quem não tem cão caça com gato!"

antídoto

"quem tem medo compra um cão!"

Wednesday, April 27, 2005

o medo

o medo de ficar. o medo de não perceber. o medo de falhar. o medo de ganhar e o medo de perder. o medo de pensar. o medo de dizer. o medo de perguntar e o medo de responder. o medo de voltar. o medo de voltar a sofrer. o medo de alucinar e o medo de o inferno prever. o medo de não ultrapassar. o medo de enlouquecer. o medo de confiar e o medo de me dar a conhecer. o medo de confirmar. o medo de querer saber. o medo de me entregar. o medo de voltar a nascer. o medo de castigar. o medo de não ver. o medo de criticar. o medo de me envolver. o medo de querer clarificar. o medo de tremer. o medo de chorar. o medo de morrer. o medo de não te poupar. o medo de não ter perceber. o medo de mal te julgar. o medo de não te compreender. o medo de te injustiçar. o medo de teres um mau ser. o medo de não me conseguir ocultar. o medo de em má hora te surpreender. o medo de querer tudo aniquilar. o medo de tudo fazer crescer. o medo de me enganar. o medo de não te conseguir ver. o medo de te obrigar. o medo de deixar de te ter. o medo do fugir constante do teu olhar. o medo do que pareces não ser capaz de dizer. o medo de te ultrapassar. o medo de te aborrecer. o medo de me saturar. o medo de seres a morte sem que eu a possa ver. o medo de te cansar. o medo de te fazer estremecer. o medo de não te conseguir suportar. o medo de te deixar esmorecer. o medo de parar. o medo de fugir a correr. o medo do que pode não ser salutar. o medo do lado de ti que me não dás a conhecer. o medo de não me conseguir calar. o medo do que há para saber. o medo do silêncio que parece cortar. o medo da ilusão que pode haver. o medo de estar a inventar. o medo de estar a subverter. o medo da história que tens para contar. o medo da tua pele quando não a posso morder. o medo da tua cabeça a funcionar. o medo da minha cabeça a conceber. o medo do fim da verdade que quero sempre reservar. o medo da mentira que pode haver. o medo de regressar. o medo de não ser capaz de adormecer. o medo do que o futuro possa vir a reservar. o medo da trama que ainda se pode escrever. o medo de ir e não querer voltar. o medo de perceber que nada me pode deter. o medo de quem possas vir a encontrar. o medo do que possas estar a esconder. o medo de estar. o medo de quem te fez doer. o medo de não te conseguir encontrar. o medo de te estar enaltecer. o medo de me estar a enfatizar. o medo de, amanhã, olhar para ti e não gostar do que vou ver. o medo de não me importar. o medo de me prender. o medo de deixar de gostar. o medo eterno de perder. o medo de me amarrar. o medo de querer viver. o medo de acordar. o medo de deixar de viver. o medo de baralhar. o medo de entontecer. o medo de me descontrolar. o medo de me estar sempre a conter. o medo de me encantar. o medo de envaidecer. o medo de mergulhar. o medo de não estar a ver o que devo ver. o medo de amar. o medo de deitar tudo a perder. o medo de respirar. o medo do anoitecer. o medo de acordar. o medo de nunca conseguir esquecer.

periodic table

Sunday, April 24, 2005

esboço retomado de Amena (work in progress 2)

Mais do que distinta, Amena, tornara-se atenta e imune à sua própria tentacularidade. Dentro de si não existia uma clara e precisa conclusão acerca do que parecia ser certo ou errado. Amena ia. Amena seguia os seus próprios instintos como se estes de carícias se tratassem. Havia perdido o contacto com o próprio tacto e essa mesma perda passara a tornar-se o refúgio que, além de muito desejado, se mostrara inevitável.
No preciso momento em que deu à luz decidiu deixar de ouvir para sempre. A excepção, firmemente firmada dentro de si, abriu-se apenas para o pequeno ser que as suas entranhas haviam acabado de jorrar. O pequeno ser chorou e Amena chorou com ele. A partir desse instante todo o mundo se tornou um massa inaudível para ela. Decidiu: "a partir de hoje só a ti ouvirei".
contexto:
Inventei a Amena há cerca de dez anos. Esbocei-a em apenas uma página num livro em branco que alguém me ofereceu porque achava que eu iria ser escritor. Escrevi muitas coisas nesse livro em branco e depois, em manifestação lírico-imberbe, queimei-as. Creio que não queimei o primeiro esboço de Amena. Mas não sei onde pára a ruína desse livro em branco. Anyway; a Amena nasceu de uma imagem que me surgiu do nada aos dezoito anos: uma jovem mulher a afastar-se, num descampado, de uma tenda de circo em chamas. A mulher leva nos braços um recém nascido. Ouvem-se cães a ladrar. A mulher chora em silêncio enquanto caminha. A mulher chama-se Amena. A mulher chama-se Amena porque está aliviada.
Hoje a Amena voltou e eu voltei para ela.
Bem-vinda sejas, Amena!

Saturday, April 23, 2005

eager

it took me half a second to cut my head off
will take me a lot longer to feel clean
although this body stabs itself
deep inside i'm a libertine

i had to face that our love was dead, when
i found your childish secrets on that shelf
i always felt you were a cheating coward
i hate you as much as i love myself

i hate you as much as i love myself

i beg for silence
i need to rest
i slept with everyone that crossed my way
some of them tryed to give me comfort
but none of them made me feel okay

so give me time and give me space
i'm really eager to find my place
among the human race
among the human race

well, i'm writing a diary
you'll read it some day
you'll see paranoia in my dna

a diary for you to read some day
i'm a libertine
blame my dna

so give me time and give me space
i'm really eager to find my place
among the human race
among the human race

(letra de Onan para canção homónima da sua banda; NUDE)

Wednesday, April 20, 2005

tinha um cravo no meu balcão

"Tinha um cravo no meu balcão;
Veio um rapaz e pediu-mo
- Mãe, dou-lho ou não?


Sentada, bordava um lenço de mão;
Veio um rapaz e pediu-mo
- Mãe, dou-lho ou não?

Dei um cravo e dei um lenço,
Só não dei o coração;
Mas se o rapaz mo pedir
- Mãe, dou-lho ou não?"

Eugénio de Andrade

Hoje estava a lavar os dentes e lembrei-me deste poema. Conheço este poema há tantos anos que nem consigo saber há quantos. Surgiu-me este poema do nada, hoje a lavar os dentes, e, pela primeira vez, sinto que o senti verdadeiramente. Até agora, este poema, era apenas um texto que havia sido usado num espectáculo que fiz na minha adolescência. Era apenas uma memória dos tempos da escola secundária e do clube de teatro. Era uma memória dos tempos em que as palavras ainda não estavam suficientemente abertas. No dito espectáculo este poema era interpretado como uma cantilena. Lavei os dentes e revivi essa mesma cantilena. Hoje lavei os dentes e matei a cantilena; senti o poema aqui.

Tuesday, April 19, 2005

mercado negro das palavras

vem, com toda a tua subtileza e pés de algodão, procurar-me. vem, para que me possas listar. sou eu, o mesmo, quem encontrarás. o mesmo de sempre, perdido entre armaduras assimétricas enferrujadas e sinais mal formados do amanhã, rendido e vendido em saldos num mercado qualquer.
vais encontrar-me ainda acordado, sujo e sem pele na ponta dos dedos, no mercado negro das palavras que és incapaz de dizer. eu sou o comprador compulsivo, o abutre, o somítico previdente, que percorre uma a uma todas as línguas à procura da palavra última. sou quem compra as palavras acabadas de pensar. sou eu o coleccionador destemido/infantil que não consegue acabar o seu próprio jogo. vais encontrar-me cinzento e mudo no mercado negro das palavras.
já estive algures. já fui longe para poder chegar até aqui. já vi morrer muitas musas e muitos poetas. já bebi muita tinta. já cortei muitas vezes as pontas dos dedos, à força de tanto dormir com papel.
conheço-te bem: és metatangencial. és palavras que ainda não comprei, palavras ainda não pensadas. és o antes das palavras.
conheço-te mal: não te posso comprar. não estás à venda. não proferes.
conheço-te como posso: na pontuação. no fim das frases. nos gritos que não concebes. na voz que evitas ter. na preguiça do dizer. no olho clínico onde vives: no mercado negro do olhar.
vem e procura-me, agora, nas palavras que ainda não te foram apresentadas. vem listar-me no abismo último da sintaxe. vem surpreender-me no acto da compra. vem observar-me nesta busca. vem mirar-me nesse ritual onde me vendem ao calhas palavras que espero serem de ti. vem ouvir-me na compra da tua própria voz.
vem destruir-me tudo isto, em silêncio e em fúria, para que me possas calar.

Saturday, April 16, 2005

statement

STATEMENT

The World Is Cursed By Three Major Plagues:

  • First Plague

The World Is Cursed By A Plague Called IDENTITY

  • Second Plague

The World Is Cursed By A Plague Called GOD

  • Third Plague

The World Is Cursed By A Plague Called LOVE

(the word PLAGUE can also be understood as a synonym of the word LIE. in fact, if you replace the word PLAGUE for the word LIE the meaning of this statement will remain exactly the same)

regresso

duas semanas sem internet. fiquei privado do meu diário. nervos e ansiedade com uma frequência algo intermitente mas suficientemente perturbadora. voltas e voltas dentro da cabeça; regresso às mesmas coisas.

comecei a escrever uma nova peça de teatro. parei de escrever uma nova peça de teatro. a peça que dei por mim a escrever não era a mesma que tinha começado. gosto do bocado da peça que acabei por escrever. não sei como a hei-de continuar a escrever. a peça é estranha, ainda não a sinto. sei que a peça vai ser. hei-de voltar a ela.
preciso de voltar a entrar no meu diário. há trabalho a fazer no meu diário. há trabalho a fazer aqui. há trabalho a fazer em todo o lado. há trabalho a fazer nos dias e nas noites, na ausência e na presença. há trabalho a fazer na memória, na epiderme, na estima, nas palavras, nos encontros e na razão. há trabalho a fazer na imaginação. há trabalho a fazer no silêncio. há trabalho a fazer no querer e na forma de querer. há trabalho a fazer no eu. há trabalho.
os regressos nunca me foram fáceis nem confortáveis. nunca. sempre me intimidaram os regressos e os reencontros. mesmo que o regresso fosse para algo, algum sítio, ou alguém totalmente próximo. na verdade os regressos sempre me foram embaraçosos. é nessas situações que a minha timidez toma proporções desmesuradas, não sei como agir. fico bloqueado, pareço perder toda a proximidade com o outro (coisa, sítio, situação, pessoa). pareço voltar à estaca zero. os regressos embaraçam-me porque os sinto como reconquistas. não sei lidar com esses elementos: partidas e chegadas. não gosto de ter de lidar com esses elementos. gosto da ideia de perenidade mas à medida que vou vivendo e passando pelas mais diversas situações vou sendo obrigado a desenvolver em mim um não regresso a essa mesma ideia. é um exercício que tenho de fazer. e há territórios do viver em que essas questões são de uma importância cimeira.
não gosto de brindes. os brindes também me embaraçam, não sei porquê. embaraçam-me. detesto brindes.
voltar ao meu diário é voltar à escrita/contabilidade de mim. é voltar a este transporte.
sonho frequentemente com comboios. na maior parte das vezes não os consigo apanhar. também me acontece sonhar que estou dentro de um comboio e que, pelas mais diversas razões, sou impedido de sair na minha estação de destino. a interpretação parece-me excessivamente óbvia; desinteressante.
a idade fornece-nos uma grande responsabilidade: saber para onde foi aquela parte de nós que nos facilitava o agir. aquela parte de nós que tratava de nos ligar e corresponder sem atrito ao que se apresentava externo às nossas vontades e expectativas. gostava de recuperar o conforto da objectividade. gostava de recuperar a puberdade da minha subjectividade. gostava de reentrar nessa ausência de know-how. lembro-me de ser uma pessoa mais fácil. lembro-me de sentir a subjectividade como algo que me havia sido fornecido mas que carecia de um manual para que a mesma pudesse ser usada na plenitudade da sua verve. os artistas não fazem mais do que tentar redigir o manual da sua subjectividade. no meu caso essa tentativa é sempre endógena. sou um artista muito pouco efectivo. confundo sempre o manual com o resultado. e tomo a redacção como se esta fosse o fim único da vida.
ainda estou embaraçado por ter regressado ao meu diário. é uma questão de tempo! há muita coisa que é uma questão de tempo! o tempo é a questão de muita coisa! o tempo é muita coisa! o tempo é coisa! o tempo é! o tempo serve para tudo! o tempo às vezes sabe a nada!
Voltei.

Friday, April 08, 2005

Nude a banda de Onan

Caros Onanistas:
Nude, para quem não conhece, é a banda onde sou vocalista, encontra-se apurada na primeira fase de um concurso de bandas que a Super Bock está a promover. Este concurso (Super Bock Preload) tem como finalidade apurar uma banda portuguesa para constar no cartaz do festival Super Bock Super Rock e, como tal, tocar ao vivo no dito evento.
Peço-vos então, grandes querid@s, que apoiem os Nude e participem na votação on line. Basta irem a: http://www.superbock.pt/preload/
-Clicam onde diz VOTAÇÃO ON LINE
-Clicam depois em VOTA AQUI
-Preenchem os dois primeiros campos (Nome e Email)
-Clicam em CONTINUAR
-Na lista de músicas procuram as nossas duas canções: "Inside" e "Bitterblue" (números 145 e 146)
-Podem ouvir as canções ao clicar em PREVIEW
-Para votar basta clicar em VOTAR
-Clicam em CONCLUIR
-Depois será enviado para a vossa caixa de email um mail da Superbock para que realizem a confirmação do vosso voto.
E prontosssss, plane as that!
Espero que adiram. A malta precisa MESMO de um avultado número de votos. A votação é até dia 15 de Abril.
Os Nude contam convosco.
Aproveito também para vos informar que os NUDE vão tocar ao vivo no Santiago Alquimista no dia 14, 5ª feira, a partir das 22h. Iremos estrear o nosso novo tema SEX VOODOO. Apareçam e espalhem estas informações pelos vossos contactos. Temos de ser uns para os outros.
Cheers, Onan

Monday, April 04, 2005

Polaroid

Eram a mesma face da mesma moeda,
entre eles corria um rio.
Um era a lentidão em pessoa,
o outro era um lobo com cio.